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Sobre esta Campanha
Há momentos na vida em que tudo desmorona de uma vez, sem aviso, sem preparo. Estou vivendo um desses momentos agora.
Sobre esta Campanha
Na quarta-feira, dia 31 de dezembro de 2025, por volta das 11 horas da manhã, aconteceu o pior dia da nossa vida. Minha esposa sofreu um grave acidente doméstico com álcool etanol. Em questão de segundos, nossa história mudou completamente.
Após o acidente, ela foi levada às pressas para a UPA, onde permaneceu durante toda a tarde. Somente entre 5 e 6 horas da tarde ela conseguiu ser transferida para o hospital. Desde então, ela está internada e hoje já soma 4 dias e meio de internação, sendo que atualmente se encontra na UTI, lutando pela própria vida. O estado dela é muito delicado. Escrever essas palavras ainda parece irreal.
Minha esposa tem apenas 19 anos. Somos muito jovens, mas já carregamos grandes responsabilidades e um amor imenso. Temos dois filhos pequenos que dependem totalmente de nós: Miguel Henrique, de 4 anos, e Sofia Emmanuele, com apenas 1 ano e pouco mais de 2 meses. Eles ainda não entendem o que está acontecendo. Só sentem a ausência da mãe.
Sou pintor residencial, trabalho por conta própria. Naqueles dias, fiquei sem serviço, pois na cidade onde moro tudo acabou fechando. O mês estava no fim, as dificuldades se acumulando, e o gás de casa havia acabado. Mesmo assim, minha esposa, com todo o cuidado e amor, foi preparar o almoço para nossa família usando o álcool etanol que havia em casa. Ela só queria cuidar de nós.
Foi então que aconteceu a tragédia.
Em um instante, uma explosão. O fogo. O desespero. Eu nunca vou esquecer aquela cena. Ver a pessoa que eu amo envolta em chamas é algo que não sai da minha mente. Ela correu desesperada, sem entender o que estava acontecendo, e eu senti o calor intenso do fogo ao passar por ela. Foi um momento de puro pânico, medo e impotência.
Se eu não estivesse em casa naquele dia, ela não teria sobrevivido. Os médicos disseram que não sabem explicar como ela chegou consciente à UPA. Foi um livramento. Mesmo ferida, mesmo com dor, ela repetia chorando que não queria morrer, que não queria deixar os filhos, que não queria nos abandonar. E eu, tentando ser forte, prometia que ela iria viver, mesmo com o coração despedaçado.
Ver minha esposa naquele estado é uma dor que não dá para explicar. Ela só queria fazer o almoço. Só queria cuidar da família. Em muitos momentos, a culpa me consome. Penso no que poderia ter sido diferente. Penso que queria estar no lugar dela. Penso que ela é mais forte do que eu e deveria estar aqui, abraçando nossos filhos, como sempre fez.
Desde aquele dia, não consigo fechar os olhos sem reviver tudo. A imagem dela, o olhar, o medo, a dor. Meu coração está em pedaços. Além da angústia emocional, enfrento dificuldades financeiras. Estou desempregado, preciso mudar de casa, tenho contas básicas atrasadas, e agora luto para manter tudo de pé enquanto minha esposa luta pela vida na UTI.
Por isso, criei essa vaquinha. Não é fácil pedir ajuda, mas chegou um momento em que não consigo mais caminhar sozinho. Peço ajuda de coração, de família para família, de pais para pais. Quem tem filhos sabe o quanto dói imaginar crescer sem a presença de quem se ama.
Se você puder ajudar, compartilhar ou simplesmente orar por nós, já será muito. Toda ajuda faz diferença. Toda solidariedade traz um pouco de esperança em meio a esse momento tão escuro.
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