Sobre esta Campanha
Olá, meu nome é Rafael, tenho 27 anos e, em 2025, comecei a trabalhar em uma empresa terceirizada. Eu trabalhava na escala 12x36 e gostava muito da minha rotina. Tinha meu dinheiro, estava feliz e satisfeito com a minha vida naquele momento.
Porém, carrego um problema no joelho desde os meus 15 anos, quando sofri uma queda muito grave. Na época, acreditávamos que era apenas uma lesão no menisco, o que explicava algumas dores e desconfortos ao longo dos anos. Com o tempo, enquanto eu trabalhava, essas dores começaram a piorar bastante, chegando a um nível que eu já não conseguia mais suportar.
Mesmo sentindo dor, tentei aguentar ao máximo. Consegui trabalhar por cerca de sete meses com carteira assinada, mas, próximo de completar esse período, precisei procurar ajuda médica. Fui até o hospital e relatei que estava com dores muito fortes no joelho. Esperei cerca de três horas para ser atendido. Quando finalmente fui chamado, a ortopedista me examinou e disse que meu joelho estava muito inchado, então solicitou um raio-x.
Após fazer o exame, ainda precisei esperar aproximadamente três horas e meia pelo resultado. Quando ficou pronto, percebi que a médica chamou outros ortopedistas para analisar meu caso, o que já me deixou preocupado. Ao entrar novamente no consultório, ela perguntou minha idade. Respondi que tinha 26 anos na época, e ela demonstrou surpresa.
De forma muito sincera, a médica me explicou que meu caso era grave. Disse que, pelo resultado do raio-x, meu joelho estava em um estado avançado de artrose, algo que não era esperado para alguém da minha idade, e que parecia o joelho de uma pessoa idosa. Diante disso, me afastou por cinco dias e orientou que eu procurasse o posto de saúde para continuidade do atendimento.
Após os cinco dias, como não tive melhora nas dores, fui ao posto de saúde. A médica avaliou meu caso e sugeriu que eu mudasse minha escala de trabalho naquele momento, além de me receitar alguns medicamentos. Ela também fez um laudo para que eu entregasse à empresa. Mesmo assim, a empresa tentou me manter por um tempo, mas acabou me desligando.
Depois disso, voltei ao posto de saúde e procurei outro médico, explicando que precisava de ajuda, pois, como qualquer pessoa, preciso trabalhar para me sustentar. Ele então me encaminhou para a realização de exames, que são importantes para uma avaliação mais detalhada do meu problema.
No entanto, pelo sistema público de saúde, esses exames podem demorar semanas ou até meses para serem realizados. E eu preciso desses exames com urgência, pois tenho uma perícia marcada para o dia 7 de abril. Por isso, estou buscando ajuda para conseguir realizá-los o quanto antes e dar continuidade ao meu tratamento.
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