Sobre esta Campanha
Durante muito tempo, amar livremente foi um ato de coragem. Em diferentes partes do mundo, pessoas foram perseguidas, silenciadas e até mortas simplesmente por quem eram ou por quem amavam. A história do movimento LGBT+ é, acima de tudo, uma história de resistência, de dor — mas também de orgulho, amor e transformação.
No passado, ser LGBT+ significava viver nas sombras. Muitos foram forçados a esconder sua identidade, a sufocar seus sentimentos e a viver uma vida que não era sua. Homens e mulheres foram presos, internados, humilhados publicamente, expulsos de suas famílias e comunidades. A sociedade os ensinava a sentir vergonha, quando o que mereciam era respeito.
Mas, mesmo nos dias mais escuros, houve quem se levantasse. Em 1969, o mundo assistiu a uma revolta que mudaria tudo: os protestos de Stonewall, em Nova York. Liderados principalmente por pessoas trans, negras e latinas, como Marsha P. Johnson e Sylvia Rivera, aqueles dias de enfrentamento contra a brutalidade policial acenderam uma chama. Não era apenas por eles — era por todos que viriam depois.
A partir dali, o movimento cresceu. Marchas, paradas, organizações e conquistas começaram a se multiplicar pelo mundo. Cada pequeno avanço — uma lei aprovada, uma palavra de aceitação, um beijo sem medo — foi conquistado com luta e lágrimas. O amor começou a ocupar os espaços que antes eram negados.
No entanto, a luta ainda não acabou. Em muitos países, pessoas LGBT+ continuam sendo vítimas de violência e discriminação. Mas há uma certeza
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