Sobre esta Campanha
Meu nome de batismo é Monalisa e descobri que sofro de transtorno Borderline tardiamente. É como o câncer, quanto mais cedo menos doloroso. Hoje percebo que os sintomas se manifestavam desde a adolescência, mas eram vistos como uma características de pessoa de temperamento difícil. Meu pai se matou quando tinha 6 anos de idade e foi dado como esquizofrênico. Entretanto, o transtorno pode ser hereditário. Ser borderline é como viver com um amplificador de emoções acoplado a sua mente e pesando sob os ombros. Tenho 50 anos de idade e estou passando pelo segundo tratamento. Foi uma vida inteira lidando com fracassos nos relacionamentos familiares, amorosos, sociais e profissionais. Estou vivendo de doações das poucas pessoas que restaram. Ter consciência do transtorno é metade do caminho e acredito muito que vou aprender a lidar com isso, mas também desejo contribuir para a Saúde Mental Preventiva capaz de atenuar o desenvolvimento e/ou o agravamento deste quadro na adolescência.
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